Bruno MoraisAdvogados Associados
II

Método tributário

Afiar o machado antes de executar.

Toda revisão fiscal depende de software para ler os SPEDs. O nosso não lê como os outros.

A lacuna

O que os líderes de mercado deixam para trás.

Toda revisão fiscal é feita com base em softwares que extraem os dados dos SPEDs. Os softwares líderes de mercado extraem esses dados de maneira limitada.

Um exemplo do setor industrial: para calcular créditos de ICMS sobre produtos intermediários, essas ferramentas buscam apenas o CFOP 1556, o 2556 e outros ligados a ICMS-ST. Só aí fica de fora uma gama enorme de compras lançadas em CFOPs genéricos, como 1949 e 2949. Sem falar nos CSTs genéricos: 090 no ICMS, 49 no IPI.

Essa lacuna de mercado foi explorada e validada pela nossa equipe. Um oceano azul, aberto para quem se dispõe a ler tudo.

CFOP 1556CFOP 2556CFOP 1949CFOP 2949CST 090CST 49

Inteligência própria

Primeiro o contexto. Depois o documento.

Exclusividade dos clientes do escritório.

  • 01

    O cliente

    Antes de abrir qualquer documento fiscal, nossa inteligência aprende tudo sobre o cliente: o catálogo de produtos, a região em que opera, as notícias sobre a empresa e sobre os fornecedores.

  • 02

    Os concorrentes

    O mesmo estudo é feito sobre quem disputa o mesmo mercado.

  • 03

    A cadeia produtiva

    Fontes públicas, associações, federações e feiras do setor alimentam o estudo dos produtos industrializados pelo cliente. O resultado é um dossiê com o catálogo de itens usados na linha de produção.

  • 04

    A análise

    Só então os documentos fiscais são abertos. Os agentes chegam preparados para o que vão encontrar e extraem, com segurança, aquilo que de fato é de direito do cliente.

Afiar o machado antes de executar é o caminho.

Estratificação por risco

Critério antes do crédito.

Ousado na tese, conservador no fundamento. Toda tese entra em uma de três categorias, e você sabe exatamente onde pisa.

Robusto

Sustentado em precedente vinculante.

STF, STJ ou lei expressa. Aproveitamento com risco marginal.

Defensável

Sustentado em fundamento sólido.

Jurisprudência favorável e prova documental. Você decide, com clareza, se avança.

Excluído por cautela

O que não entra na conta.

Interpretação criativa e prova frágil ficam fora. Mostramos o que descartamos, e por quê.

“Não estimamos o crédito. Nós o reconstruímos, linha a linha.”

Verificação adversarial

O rigor do adversário, dentro de casa.

Antes de qualquer número chegar ao cliente, ele passa por uma revisão interna que faz o papel da Receita.

Em um caso recente na indústria de painéis elétricos, essa verificação derrubou R$ 2,8 milhões antes que virassem promessa. Sobraram R$ 1,43 milhão que sobrevivem a qualquer fiscalização. É esse o rigor. Cada tese apresentada foi antes atacada pelo próprio escritório.

Bruno Morais Advogados Associados.

Curitiba, com atendimento em todo o Brasil.

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